Os fatos cotidianos dos últimos dias estão me falando
refletir e escrever este post. Estou cansadinho já ta! De pessoas que não me conhecem,
depois de me conhecerem vir me dirigir a palavra e dizer que pensava outra
coisa de minha pessoa. Eu não obrigo ninguém a gostar de mim, porém quando me entrelaço
em algo mais fraterno faço de tudo para que as pessoas nunca deixem de me amar.
A altura dos meus 18
anos compreende muito bem que já tenho quase um gibi completado de figurinhas
de pessoas que me odeiam que me odeiam mesmo! Não é um simples odinho de
nada... É de querer não me ver pintado
de ouro. Sou culpado um pouquinho, pois meu veneno é visível em meus olhos
castanhos.
Conheci alguns seres
humanos que me falaram coisas lindas e outros que me falaram coisas sem nenhum
anexo filtrado para se sentir priorizado por sua incapaz e mascarada
inteligência. Será muito difícil não julgar uma pessoa pela sua aparência? Sua
condição social? Seu credo? Sua aparente condição sexual? Sua condição
corporal? Sua característica Racial? Essas perguntas todas têm resposta
convicta que é muito difícil enxergar o diferente como normal e que nossa
subliminar individualidade é tudo que impera no nosso planeta solitário cheio
de gente.
Julgar-se
intelectual, sendo que apenas fala o que ler ou ver na mídia. Aprender na
escola ninguém quer! A Beleza é outro foco atrativo, em que a feiúra ditada
pela moda conceitual não é mais que uma simples dor de cotovelo dos mais
aperfeiçoados pela criação estética. Por isso vós dizeis que tenho medo do
futuro e dos seres humanos. Cada dia mais enxergo requintes que crueldade e
temor de uma sociedade quase medieval, que busca na tecnologia um lugar para se
tornar individual e mais preconceituoso.
Até onde umas
pessoas diferentes atingiram meu quadrado invidualista? Por vias de fato fico
apenas com uma certeza que todos nasceram para ser respeitados e vice-versa e
que infelizmente para que seu conteúdo seja valorizado sua capa tem que ser
perfeita!
" Me Julga! Vai!"
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