quarta-feira, 20 de junho de 2012

Maconha: Uma palavra com peso na nossa linguagem


 Longe de mim  afirmar com convicção que a maconha é algo tão natural como a água que bebemos, mas posso afirmar que a maconha é tão parente do cigarro e do álcool, que são paradigmas alimentados pela industria dos negócios. Viver em uma sociedade onde o usuário da maconha é tratado como um doente e que precisa de uma sessão de tratamentos para interromper os malefícios que a erva faz. Tão pouco fogo para tanto alarme dos bombeiros!   
 Nosso país vive um momento em que tudo tem que ser censurado e tudo que é ruim têm que ser pregado o Maximo que será evitado e causará consciência nas pessoas que aquilo é errado, imoral e que se tornar usuário serás pertinentemente acusado de um pecado abominável. Afirmar questões como dizer abertamente que: “Sou maconheiro e daí?”.  Se tornar fútil aos olhos de uma realidade social de pessoas que procuram suas identidades em buracos pequenos demais com sonhos quase que distantes. Não me venha com suas afirmações baratas, fundamentos religiosos e hipocrisias regionais que isso para mim não passa de caroço no angu.   
  O Tráfico de Drogas (Maconha) é perigoso e destrói muitas vidas, famílias, pessoas  lotam as clinicas de tratamento e  aumentam o sistema penitenciário desse pais. Porém todo mundo sabe que as drogas não entram no corpo das pessoas sozinhas têm que ter uma ajudinha das pernas e da vontade para buscar os malefícios no qual encontrará no futuro.
 Estou sendo meio em cima do muro não é? Estou percebendo! Então, Maconha é maconha! Faz mal? Faz! Vicia? Sim! Você vai morrer se usar maconha? Talvez! Use com moderação.

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